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30/11/2018

Lançamentos de residenciais crescem 30% no país, aponta CBIC

Levantamento também indica alta de 23% na venda de empreendimentos

Dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), na última semana, demonstram que o mercado imobiliário nacional manteve a trajetória de recuperação dos lançamentos e das vendas de moradias nos últimos meses. A tendência é de que o setor continue com desempenho até o final do ano.

Os lançamentos de novos projetos totalizaram 21,463 mil unidades no terceiro trimestre de 2018, avanço de 30,1% em relação aos mesmos meses de 2017. No acumulado dos últimos 12 meses até setembro, os lançamentos atingiram 102,552 mil unidades, ante 85,602 mil unidades no acumulado dos 12 meses anteriores.

Já as vendas alcançaram 26,187 mil unidades no terceiro trimestre de 2018, o que representa um crescimento de 23,1% em comparação com igual período de 2017. No acumulado dos últimos 12 meses até setembro, foram vendidas 118,462 mil unidades, ante 93,500 mil no acumulado dos 12 meses anteriores.

Com esse cenário, o estoque de imóveis residenciais novos recuou 13,8% em um ano, chegando a 118,590 mil unidades, devido às vendas serem maiores que os lançamentos.  Do total, de acordo com o levantamento, 23% consistem em unidades na planta, 47% em obras e 30% estão prontas. Caso permaneça essa frequência atual de vendas, o mercado imobiliário teria estoque abastecido por até 14 meses.

Para o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, os números reforçam a expectativa positiva da entidade com o ano de 2019. “A gente está esperando que o crescimento do país seja significativamente maior do que o crescimento de 2018. Não temos muitas dúvidas de que o mercado imobiliário tem demanda para os próximos anos. Dá para trabalharmos os próximos cinco, dez anos com um crescimento flat de 10%, 15% ao ano”, afirmou Petrucci.

Destaque
Outro destaque do estudo foi o papel do Minha Casa, Minha Vida para o cenário brasileiro, representando 51% dos lançamentos, 51,3% das vendas e 37,7% da oferta final no período. “O programa entrou em operação real no final de 2009. Até então ele não existia como mercado e hoje é protagonista no mercado imobiliário nacional”, apontou José Carlos Martins. “Então é importante o governo atuar como regulador, criando programas e deixando que o mercado atue livremente, que é isso que tem acontecido nesse programa, do maior êxito, indiscutivelmente”, reforçou o presidente da Câmara.

 

FONTE: https://folhadealphaville.uol.com.br/imoveis/28790

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