Saiba quais são os gastos com um imóvel após a compra

O sonho da casa própria é antigo! Quem ainda não conseguiu, com certeza, o tem como objetivo, quem já chegou lá sabe que não foi fácil. São muitos planejamentos e economias para se conseguir comprar um imóvel. Porém, é preciso estar atento que os investimentos não acabam depois que você adquire um imóvel. Existem diversos gastos após a compra do imóvel. São diversos os tipos de documentos que você precisará administrar para que o imóvel esteja em seu nome e legalmente liberado para uso.

Vamos entender quais são esses documentos?

Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)

Esta é uma taxa cobrada pela prefeitura sempre que é realizada a compra um imóvel, que pode custar até 2% do seu valor total. Quando os imóveis custam menos do que R$ 73.256, essa porcentagem é menor.

Essa taxa pode variar a partir da localidade do imóvel, vai depender da cidade que está inserido. Essa mudança advém dos impostos, que são cobrados de acordo com lei municipal. É realizado um cálculo para a cobrança desse imposto e, geralmente, será cobrado o valor baseado na transição do imóvel, ou seja, o valor real que foi pago pelo imóvel.

Pode-se dizer que existem dois valores para um mesmo imóvel: o valor venal (preço avaliado do imóvel no mercado e o valor de transação) e o preço real (exatamente o que foi pago)

Registro do imóvel

Para que o imóvel continue pertencente ao proprietário, pela lei, será necessário realizar o registro do imóvel em cartório. Somente após efetuar esse registro que ficará comprovado o nome do proprietário como dono do imóvel. A regra para cobrança do valor do registro também varia de acordo com as leis do estado, além de considerarem o preço do imóvel.

Escritura pública

A escritura pública é cobrada quando a transação do imóvel for realizada com pagamento à vista. Quando um imóvel for financiado, o contrato feito com o banco já tem validade de escritura. Entretanto, essa taxa também podem variar de estado para estado, assim como conforme o preço do imóvel. 

Financiamento com a Caixa

Esses documentos são caros, porém a Caixa Econômica Federal tem uma opção de financiamento de imóvel que abrangem os valores de gastos com ITBI e registro, já dentro do empréstimo. Isso quer dizer que a Caixa empresta o valor para a compra do imóvel e disponibiliza, ainda, até 4% do valor do financiamento para pagar despesas com estas taxas administrativas.

casa

 

Despesas com reformas

Hoje em dia, é muito comum a comercialização de imóveis usados, e, por isso, é possível que sejam necessários alguns reparos. Com isso, podem surgir diversos gastos que variam entre mão de obra e o material necessário.

Dependendo do tamanho da reforma, além de dinheiro, você tenha que demandar tempo. Por esse motivo, é importante se atentar nas condições do imóvel e o seu valor antes de comprá-lo. Faça um cálculo para saber quanto será gasto, assim terá um o valor real do imóvel com condições plenas de moradia.

Despesas com reformas

Caso você não tenha uma reserva de dinheiro para imprevistos, é melhor repensar quando é, realmente, o melhor momento para iniciar a reforma do imóvel. Sempre surgem problemas como encanamento entupido, caixa de gordura cheia, caixa da água por limpar, pintura descascada, entre outros impasses.

Então, na hora de decidir realizar a reforma o ideal é fazer orçamentos com diversas empresas e profissionais. Compare preços para economizar. Contudo, não devemos pensar somente em valores, é de suma importância pesquisar, também, sobre a reputação do local. Principalmente, de quem for realizar a mão de obra. Nesse sentido, é recomendável sempre estar atento a todos os detalhes, para não sofrer com imprevistos.

 

Despesas com Mudanças

Por último, devemos pensar também nas despesas com mudanças, uma vez que elas são reais e demandam um maior cuidado para não fazer com nossos móveis e pertences sejam danificados. Atualmente, existem empresas especializadas para realização da mudança completa. Os profissionais vão até a sua residência e fazem a desmontagem de todos os móveis e embalam tudo com a maior segurança possível, dedicando mais atenção a objetos frágeis, para que não haja perdas de nenhuma natureza. Esse tipo de serviço pode custar caro, porém deve ser visto como um investimento. Essa é uma garantia de que os pertences que você tanto estima sejam entregues no seu novo endereço, com todo cuidado.

Despesas com mudança

Existem opções de transportes de mudanças que custam mais barato, mas, nesses casos, a desmontagem e montagem de móveis, assim como o empacotamento, devem ser feitos pela própria família ou podem ser terceirizados.

O preço da mudança pode variar de acordo com a distância e a quantidade de móveis e pertences. Se for mudar de uma cidade para outra, o transporte pode sair bastante caro, uma estratégia válida nesse momento e acordar um preço antes de fechar negócio. Elaborar um contrato simples pode garantir mais segurança para você.

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Você conhece as regras de convivência para Condomínios e Prédios?

Quem mora em condomínio ou em prédio residencial sabe que precisa conviver com os vizinhos diariamente e que existem regras a serem cumpridas, para o aproveitamento das áreas de uso comum.

A boa educação e o bom senso sempre vêm em primeiro lugar quando pensamos em convivência com o próximo. Mas, como os conceitos de educação e bom senso são subjetivos, existem normas e regras estipuladas por lei para que sejam preservados os direitos de todos.

Você que mora em prédio ou condomínio, sabe quais são as regras para a boa convivência?

Morar em Condomínio

 

 

 

 

 

Convenção de Condomínio 

Essas normas de convivência estão contidas na conhecida “Convenção de Condomínio”. Essa convenção é um documento que prevê as normas máximas que devem ser observadas e respeitadas por todos os moradores, independentemente de concordarem ou não com elas.

Essas normas devem se fazer cumprir pelo síndico e pelo corpo diretivo do condomínio. Essas diretrizes são definidas em reuniões e devem ser aprovadas por votação. Depois de aprovadas tem efeito de lei e só poderão ser alteradas em convocação específica para tal. Contudo, fica subentendido que tais normas não podem ser contrárias à lei e, quando for omissa em algum ponto, cumpre-se aquilo que a legislação determina.

Essas são as diretrizes básicas da regulamentação de qualquer condomínio.

 

Direitos de Utilização de Áreas Comuns

Sabemos que todo condomínio edilício possui espaços abertos a todos os moradores. São as áreas de lazer, como piscinas, churrasqueiras, salões de festas, parquinhos infantis, além de áreas comuns de trânsitos de pessoas, como halls, estacionamentos, elevadores, etc.

Então, cumprindo esse raciocínio, nenhum morador pode ser privado de utilizar essas áreas em detrimentos de outros. O que deve existir é, em alguns casos, uma lista de reservas para áreas como salão de festas, áreas de churrasqueiras, entre outros. A ideia é que existam normas para datas que sejam realizados eventos particulares de uma família, dentro do condomínio. Assim, além das regras de uso, deve haver determinações de limpeza do local, após o uso. Também, regras com relação ao volume de som, quando se estiver ouvindo música, por exemplo.

 

Uso da área da piscina

Quando o condomínio possuir piscina, nenhum condômino pode ser privado de usá-la. A não ser que alguém não esteja cumprindo normas para tal. Ou seja, sempre prevalecerá o que foi decidido em convenção. As normas para essa área vão desde utilizar roupas adequadas e próprias para banho, não se alimentar dentro da piscina ou jogar qualquer tipo de produto que suje ou tire as propriedades de utilização da água para banho, até restrição ao uso de determinados equipamentos dentro da água.

Além disso, pode ser exigido exame médico periódico de todos os moradores, a fim de evitar proliferação de doenças que podem ser passadas por meio do uso concomitante da água.

Piscina no Condomínio

Dessa forma, quando um morador não apresentar o atestado, poderá ser impedido de entrar na piscina. Do contrário, todas as restrições para o uso dessa área precisam ter justificativas plausíveis a todos os condôminos.

O mesmo é válido para as demais áreas comuns, ou seja, o que vale é a vontade da maioria. Tudo que é decidido em reuniões e for incluído nas diretrizes da convenção tem efeito sobre todos os moradores.

Então, os assuntos voltados á circulação das áreas comuns devem ser pautados nas reuniões. Assuntos como: a circulações de condôminos com bicicletas ou animais, forma de sorteio para uso de vaga de garagem, horário de funcionamento de salões, academia, sauna e outras dependências comuns, entre outros de interesse de todos devem estar bem definidos em normas da convenção.

A responsabilidade de convocar os moradores para reuniões em que serão pautadas e decididas todas essas normas e regras de convivência, fica com o síndico.

A convenção também deve estipular penalidades e multas para casos de descumprimento às normas pré-estabelecidas. Elas servem de referência para o síndico, para aplicação das mesmas ao administrar o condomínio.

 

Bom Senso significa Boa Convivência

Todavia, existem muitas situações em que o bom senso deve prevalecer. Situações que, muitas vezes, não estão explicitas nas normas, mas que são boas maneiras para se conviver em harmonia com o próximo. Um exemplo disso é “lei do silêncio”, que teoricamente deve ser cumprida após 22 horas. A verdade é que deve ser considerado o consenso entre todos que volumes exagerados podem atrapalhar bastante as outras pessoas.

Portanto, não podemos pensar somente no nosso bem estar, mas sim considerar as possíveis situações dos demais. Muitas pessoas podem ter bebês recém-nascidos que ainda dormem durante o dia, ou mesmo idosos ou pessoas doentes dentro de casa que necessitam de silêncio para repousar. Até pessoas mais jovens e saudáveis podem precisam de silêncio, seja para estudar ou se concentrar em alguma atividade a qual se dedique.

Bom Senso significa Boa Convivência

Muitos condomínios ainda têm regras definidas para mudanças e reformas que, na maioria das vezes, só podem ser realizadas em horários comerciais, para não atrapalhar o descanso dos demais.

Claro que estamos tratando de questões delicadas, uma vez que são subjetivas, ficando por conta o respeito ao direito do que a maioria decidiu ser melhor para todos. É importante sempre lembrar, também, que o seu direito se encerra quando o do outro se inicia.

Pode ser que existam situações em que devemos abrir exceções. Tudo dependerá de diferentes variáveis. Por isso, é necessário sempre usar do diálogo e do bom senso, visando apresentar soluções plausíveis para os problemas que surgem no decorrer do nosso cotidiano.

Entenda sobre o financiamento de imóveis

Entenda sobre o financiamento de imóveis

Tipos de financiamento de imóveis

Adquirir a casa própria é um sonho que faz parte da vida de quase todos os brasileiros, que acabam muitas vezes se deparando com a falta de informação sobre os diferentes tipos de financiamento de imóveis, valores de entrada e até mesmo formas de parcelamento que sejam acessíveis e caibam no orçamento familiar.

Tudo isso torna o projeto cada mais inviável e que vai sendo adiado por anos, fazendo com que haja uma dificuldade enorme de decidir o próximo passo.

Para ajudar quem está em busca de mais informações sobre os tipos de financiamentos de imóveis, hoje separamos os principais deles, com algumas dicas gerais para se inscrever e ter acesso a eles de forma simples e sem muita burocracia.

Confira tudo que separamos logo abaixo!

 

Entendendo mais sobre financiamentos de imóveis

Financiamento de imóvel é um empréstimo destinado para a compra de casas, apartamentos, terrenos ou mesmo salas e espaços comerciais.

É feito um contrato diferenciado, que geralmente se estende até por 360 meses, com juros que podem variar dependendo do modelo.

O financiamento imobiliário costuma ser comum em todas as imobiliárias do país que trabalham com venda de imóveis e é uma forma segura de garantir a compra mesmo quando não há o dinheiro a vista para a quitação total.

Financiamento de imóveis

O valor de entrada varía bastante, dependendo do tipo de imóvel, se é novo ou usado, se há um valor mínimo exigido pelo proprietário ou construtora e devido à negociação geral. Tudo isso deve ser conversado com o corretor, o cliente e o dono do imóvel para que todos entrem em um acordo adequado para a necessidade geral. Nós da imobiliária Silvio Iwata, deixamos tudo pronto para vocês! (tire tuas dúvidas com um corretor nosso).

Tipos de financiamento de imóveis

É importante saber que o tipo de financiamento de imóvel escolhido irá depender de vários fatores, como valor de entrada disponível, renda mensal e até mesmo o local de compra e estrutura do imóvel. Por isso, conversar com um especialista é fundamental para que haja um consenso da melhor opção para cada família.

Afinal, esse parcelamento muitas vezes se estende para vida toda. Vamos entender quais são os tipos mais comuns de financiamento:

– SAC

O SAC (Sistema de Amortizações Constantes) é um tipo de financiamento bem comum no país e tem como principal característica a variação dos juros cobrados ao longo do processo. Isso significa que o valor das parcelas diminui conforme o tempo passa, já que os juros são revistos de acordo com o valor total da dívida.

E, sem dúvidas, essa é a grande vantagem de fazer um financiamento pelo SAC, pois diminui as chances ao longo dos anos de inadimplência por algum imprevisto qualquer que possa surgir – como a perda de emprego, por exemplo.

– Minha Casa, Minha Vida

O financiamento de imóveis mais famoso do país e um dos que trazem mais dúvidas é, com certeza o Minha Casa, Minha Vida. Embora a maioria das pessoas acredite que ele seja apenas para imóveis de valor muito baixo, isso não é verdade absoluta.

O programa é bem mais amplo do que a população pensa e pode beneficiar até mesmo a compra de imóveis acima de 200 mil reais. De forma bem resumida (pode ver o nosso post sobre o que é minha casa minha vida completo), ele é um incentivo do governo para a compra da casa própria e, em muitos casos, há um subsídio para que ela de fato ocorra. Ou seja, há um desconto no valor total, que pode chegar até a 50 mil em alguns casos.

Minha Casa Minha Vida

Para se inscrever, procure nossa imobiliária e veja os imóveis de seu interesse que estão cadastrados no Minha Casa, Minha Vida. Um corretor poderá te ajudar nesse processo e indicar como começa-lo mais rapidamente.

Além desses dois tipos mais comuns, também temos o sacre e o sistema price, que é menos recorrente, embora possa existir em alguns casos.
Independente do tipo de financiamento, a dica é sempre procurar um corretor em compra e venda para que haja um acordo benéfico para todos os envolvidos no processo.

Cuidados ao financiar um imóvel

Depois de entender ao certo qual o tipo de financiamento escolhido e qual o imóvel, alguns cuidados são importantes:

Sempre tenha a documentação do seu financiamento à mão e evite ao máximo deixa-la em locais não seguros. Você pode precisar confirmar algum dado e precisa saber onde encontrar o contrato e os documentos sempre que precisar.

Converse com um corretor sobre suas opções e seja honesto sobre suas condições reais de pagamento. Mesmo que sua renda seja aprovada, as vezes uma parcela muito alta não seja o ideal, especialmente se o seu estilo de vida não combina com ela. Tenha uma conversa com o corretor e fale sobre suas preocupações a longo prazo.

Pesquise sobre os tipos de financiamento na imobiliária e veja qual deles é mais atrativo, levando em conta seu padrão de vida e suas condições gerais. Vale a pena também procurar escolher o imóvel ideal, pois o financiamento pode durar mais de 300 meses.

Você conhece o Programa Minha Casa Minha Vida?

Você conhece o Programa Minha Casa Minha Vida?

Com o objetivo de reduzir o Déficit Habitacional, o Governo Federal com a participação dos Estados, Municípios e Empresas do setor da Construção lançou em março de 2009 o Programa Minha Casa Minha Vida para realizar o sonho da casa própria da população. Por ser um programa social os compradores, dependendo da renda recebem subsídio do Governo Federal, ou seja, um desconto para adquirir o seu imóvel.

 

Como funciona o Programa Minha Casa Minha Vida?

 

Você deve estar se perguntando: como funciona esse programa? A propósito, uma grande parte da população ainda desconhece ou não sabe como aproveitar as vantagens do Programa Minha Casa Minha Vida, sendo um procedimento bem simples e rápido.

Primeiramente, é importante que você procure uma Imobiliária de Confiança e tenha uma perspectiva dos imóveis disponíveis para este tipo de Financiamento. Atualmente as oportunidades de negócio são diversas, pois várias construtoras têm se dedicado a edificar obras que se enquadram neste Programa.

Você conhecerá também os valores e formatos de pagamento através de uma simulação, que é definida pelo próprio sistema do banco e que leva em consideração:

  • Informar Sua Renda para Minha Casa Minha Vida;

  • Seu tempo de Contribuição FGTS;

  • Idade do beneficiário do Programa;

  • Dados do Conjuge a participar da compra do imóvel;

  • Nome “limpo” do comprador, entre outros.

    Então, você conhecerá o seu potencial de financiamento.

Se os valores encaixarem em seu orçamento, é hora de reunir os documentos exigidos pelo Banco. Esses documentos serão enviados aos correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil; somente estes bancos estão autorizados a financiar no programa do Governo. Após isso, serão feitas analises cadastrais e análises de renda, sendo na maioria das vezes um processo automatizado.

Vale ressaltar que as pessoas interessadas precisam ter um bom histórico financeiro ou sanar as suas pendências mais rapidamente para que seu processo siga com tranquilidade.

Na sequência, após analisado, você conhecerá o valor total de financiamento liberado, que representará uma parte do valor do imóvel que você quer comprar. O restante deverá ser pago através de Entrada e Parcelas. Atualmente as Construtoras facilitam bastante essa etapa, para que os valores caibam no seu bolso. 

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Requisitos básicos para participar do Programa Minha Casa Minha Vida

 

Para participar do Programa, vale lembrar que imóvel objeto da compra deverá ser novo ou em construção e enquadrado no programa. Para os compradores uma das grandes vantagens é obter as menores taxas de juros habitacionais do mercado.

Alguns requisitos são necessários para participar da campanha do governo; a principal delas é não possuir imóvel, pois, o proposito do programa é adquirir o seu primeiro Imóvel. Porém existem regras para pessoas que já adquiriram imóvel mas venderam antes de Maio de 2005; nesse caso os mesmos terão direito ao benefício do Governo.

Até hoje, diversas famílias aproveitaram as facilidades de compra; juros, parcelamento e subsídio que o programa oferece. Tem sido uma grande ajuda para a população que deseja ter um imóvel próprio.

 

Se informe sobre os nossos Lançamentos com o Programa Minha Casa Minha Vida.

Mercado Imobiliário – Está na hora de comprar um imóvel?

Mercado Imobiliário – Está na hora de comprar um imóvel?

Post - alta nos imóveis 2

Muitas pessoas tem o sonho de comprar a casa própria e sair do aluguel, de mudar para um lugar mais cômodo, ou até investir em um imóvel. Mas qual é a hora certa para comprar?

Em entrevista para a ISTOÉ, especialistas afirmaram que 2014 foi um ótimo ano para se comprar um imóvel para morar. O preço médio dos imóveis subiu menos no ano passado do que nos últimos anos, segundo uma pesquisa realizada pela FipeZap. A pesquisa foi feita em 20 cidades brasileiras, e o resultado mostra que foi a menor variação nos últimos quatro anos. Em 2014, o valor subiu pouco a mais do que a inflação estimada: apenas 6,7%. Um valor muito abaixo se comparado com os últimos anos, que tiveram um aumento de 26,3% em 2011, 13,7% em 2012, e 12,7% em 2013.

Em uma outra pesquisa realizada pela Franklin Templeton Investimentos, 23% dos empresários e investidores brasileiros acreditam que os imóveis serão a melhor opção de investimento para os próximos 10 anos, número alto considerando a quantidade de investimentos que podem ser feitos em todas os setores da economia.

Seja comprar um imóvel para morar ou investir, tudo aponta que 2015 será um ótimo ano para a compra de imóveis. Entre em contato com a Imobiliária Silvio Iwata e conheça os nossos imóveis!

http://www.silvioiwata.com.br/

A Imobiliária Silvio Iwata vence o Prêmio IMPAR  em Maringá

A Imobiliária Silvio Iwata vence o Prêmio IMPAR em Maringá

A Imobiliária Silvio Iwata vence o Prêmio IMPAR 2014 na cidade de Maringá.

A Imobiliária Silvio Iwata vence o Prêmio IMPAR 2014 na cidade de Maringá.

O Prêmio IMPAR – Índice de Marcas de Preferência e Afinidade Regional – é uma premiação feita pela Grupo RIC em parceria com o Ibope Inteligência para premiar as melhores marcas no estado do Paraná em vários setores do mercado.

Foram mais de 1400 entrevistas nas cidades de Curitiba, Maringá, Londrina, Cascavel, Foz do Iguaçu e Toledo. A Imobiliária Silvio Iwata foi premiada como a melhor empresa do setor imobiliário pelos consumidores de Maringá, com o maior índice de aprovação na cidade, e a terceira do estado!

Há quase 40 anos no mercado imobiliário de Maringá, a empresa é exemplo de qualidade, com clientes satisfeitos graças ao forte comprometimento da equipe e respeito para com o consumidor. A Imobiliária Silvio Iwata agradece a preferência e lealdade, e garante que irá continuar com a missão de melhorar cada vez mais para que os clientes tenham o melhor atendimento e serviço possíveis.

Conheça a imobiliária número um de Maringá!

Matriz
Rua Néo Alves Martins, 2851
CEP 87013-060 – Maringá – PR
44 4009.8981

Filial Maringá
Av. Duque de Caxias 718
CEP 87013-180 – Maringá – PR
44 3023.8981

Filial Sarandi
Rua Jaçanã, 705
CEP 87111-140 – Sarandi – PR
44 3042.1981

Ou entre em contato com um dos corretores online em www.silvioiwata.com.br

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